LANÇAMENTO PROJETO RS NEGRO
A Secretaria da Justiça e do Desenvolvimento Social, o Grupo CEEE e a Fundação de Educação e Cultura do Internacional (Feci) têm a honra de convidar Vossa Senhoria para o Lançamento do Projeto RS Negro: Educando para a Diversidade, um kit composto por: 2ª Edição do Livro RS Negro: cartografias da produção do conhecimento, videodocumentário SOU, Revista RS Negro, Poster Book RS Negro, CD Rom de Aulas RS Negro e CD de Áudios Negro Grande, no dia 23 de novembro de 2010, às 19 horas, no Centro Cultural CEEE Érico Veríssimo, na Rua dos Andradas, nº. 1223, Porto Alegre.


2 Comments:
Olá, sátira, fui ao lançamento do Projeto, ontem na Ceee, e fiquei maravilhada com a qualidade do projeto, do material desenvolvido e com o amor e dedicação demonstrados pelos responsáveis. Parabéns. abraço. Gislaine
Trago a todos um pouco da história das mulheres negras desse belo país.
Revivendo a história:
Laélia de Alcântara elegeu-se suplente do Senador Adalberto Sena na legenda do MDB. Exerceu o mandato de 03/04/1981 a 29/07/1981 no lugar do titular. Com o falecimento do Senador Adalberto Sena, assumiu a titularidade até 31/01/1983, completando o mandato. Foi a primeira Senadora negra da história desse país. Quando Laélia veio assumir o mandato por 120 dias do titular, uma comissão de negros(diplomatas africanos e americanos e brasileiros) vieram recebê-la no aeroporto, no qual havia a presença de Leo Tigre, que havia criado em Brasília no Núcleo Bandeirante a Casa da Mãe Preta em 1959, que servia para acolher crianças abandonadas ou com famílias sem condições de dar apoio aos filhos. Leo foi eleita pela Nações Unidas (ONU) mãe do Brasil. E também a diretora da Casa Thomas Jefferson em Brasília Barbara Escarlet, que era negra, na qual a Senadora foi recepcionada por essas duas mulheres negras com buque de flores das quais cada uma delas trazia como presente que simbolizava o símbolo da natureza divina da mulher e da sua capacidade de gestora, como mãe, política, médica, professora, como cientista e etc. Naquele momento as 3 mulheres citadas acima simbolizavam isso. Laélia formou-se em medicina no Rio de Janeiro e quis exercer a condição de médica na Bahia, porém não foi aceita, indo então para a Amazônia no Estado do Acre, onde se dedicou a medicina na floresta amazônica durante 50 anos. Foi exemplo da medicina solidária para o Brasil e o Continente Americano, porque infelizmente as maiorias dos medicos ao se formarem nas capitais do país não querem trabalhar nas cidades do interior, portando a Senadora mostrou que as mulheres foram sempre grandes guerreiras e, todavia provocou uma curiosidade das federações da indústria, do comercio e algumas universidades sobre o conceito da aplicação da medicina preventiva na Amazônia. Foi esse belo legado deixado por ela como política, como médica e como cientista para os afros descendentes.
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